24 jul. 2025
O novo CEO em 2025: Algoritmos, cultura digital e o peso da reinvenção pessoal
Não basta mais liderar com visão estratégica e fluência em números. O CEO precisa transitar entre o mundo dos dados e dos seus funcionários

Alessandro Buonopane
CEO GFT LATAM
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Não basta mais liderar com visão estratégica e fluência em números. O CEO (Chief Executive Officer) do presente e, sobretudo do futuro, precisa transitar entre o mundo dos dados e o das pessoas com a mesma naturalidade com que articula resultados trimestrais. Se antes era suficiente compreender cenários de negócios, hoje o executivo máximo de uma organização precisa dominar a lógica dos algoritmos, entender a ética por trás da Inteligência Artificial (IA) e, acima de tudo, assumir pessoalmente a responsabilidade por transformar sua empresa – e a si mesmo.
A chamada reinvenção do CEO não é uma metáfora: é uma exigência concreta. De acordo com um levantamento global, 72% dos líderes acreditam que suas empresas não serão viáveis economicamente na próxima década se não forem reinventadas. E não há reinvenção institucional sem transformação pessoal. A reinvenção corporativa exige, antes de tudo, a reinvenção pessoal da liderança. O CEO moderno precisa equilibrar a otimização de custos, reinventar modelos de negócios e liderar a transformação tecnológica, tudo isso enquanto constrói confiança com stakeholders e entrega valor sustentável.



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